CEDECA RJ faz parte do Comitê para Prevenção de Homicídios de Adolescentes no Rio de Janeiro

Esta quinta-feira, dia 10, é marcada pelo lançamento do Comitê para Prevenção de Homicídios de Adolescentes no Rio de Janeiro em que o CEDECA RJ faz parte. Esse comitê é uma instância intersetorial de pesquisa, debate, mobilização e incidência para desenvolvimento e fortalecimento de políticas públicas de prevenção de homicídios de adolescentes. Com atuação prevista até 2020 e com abrangência estadual, o Comitê tem seu foco inicial de atuação na capital.

Os adolescentes no Rio de Janeiro querem viver e cada vida importa. Mas hoje os adolescentes correm mais risco de serem assassinados do que a população em geral, especialmente se meninos, negros, moradores das favelas. Somente na capital, foram 335 meninos e meninas assassinados em 2016, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. No ano anterior, foram 278 vidas interrompidas – quase todos meninos, negros, moradores das favelas. Segundo estimativa do UNICEF, cerca de 29 meninos e meninas são assassinados diariamente no País.

Articulado pelo UNICEF, o Comitê reúne Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia e Comissão de Assuntos da Criança, Adolescente e Idoso da ALERJ; Secretaria Estadual de Segurança Pública, Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro e Instituto de Segurança Pública (ISP); Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos; Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDCA-RJ); Casa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro e Instituto Pereira Passos (IPP); além de atores da sociedade civil, como Centro de Defesa dos Direitos da Criança do Adolescente (CEDECA), Centro de Promoção da Saúde (CEDAPS), Instituto de Estudos da Religião (ISER), Laboratório de Análise da Violência da UERJ (LAV/UERJ), Luta pela Paz, Movimento Moleque e Observatório de Favelas.

Confira a imagem do gráfico de homicídios nos países aqui.

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